Este é um artigo de opinião que critica Luís Neves, acusando-o de arrogância. O texto apresenta uma estrutura que compara três figuras ou entidades a personagens de contos: o Bom, o Mau e o Vilão.
A Carris é identificada como "o Bom", sendo mencionada como responsável pela mudança total do Elevador da Glória. Esta empresa de transportes públicos de Lisboa está assim associada a uma imagem positiva no contexto do artigo.
O Presidente da República surge como "o Mau", descrito como alguém que "faz de conta", sugerindo que o artigo considera a sua atuação como passiva ou fingida.
Luís Neves é apresentado como "o Vilão", com o título do artigo a reforçar a crítica de que a sua arrogância não o leva a lado nenhum, indicando uma condenação direta da sua postura ou comportamento.




