Morreu Édouard Balladur, o primeiro-primeiro ministro que quis ser Presidente e nunca foiFoto de Sebastian Velandia no Pexels
Política
Инвестиции

Morreu Édouard Balladur, o primeiro-primeiro ministro que quis ser Presidente e nunca foi

Público31 de agosto de 2026 às 23:58

Morreu Édouard Balladur, antigo primeiro-primeiro ministro francês, aos 94 anos. Balladur foi primeiro-primeiro ministro durante o mandato de François Mitterrand, entre 1993 e 1995, e era descrito como arquitecto das privatizações em França e como um primeiro-primeiro ministro popular.

Balladur ambicionava ser Presidente da República francesa, mas essa aspiração nunca se concretizou. Em 1995, foi derrotado nas eleições presidenciais por Jacques Chirac, o que o afastou do Palácio do Eliseu.

Ao longo da sua carreira política, Balladur nunca conseguiu escapar à sombra de três questões controversas: o envolvimento da França no Ruanda, o chamado "caso Karachi" relativo à venda de submarinos ao Paquistão, e a derrota eleitoral que o afastou da corrida ao Eliseu.

A sua morte foi noticiada sem que tenham sido fornecidos mais detalhes sobre as circunstâncias do falecimento ou locais e datas do funeral.

Notícias relacionadas

Guterres defende entrada de jornalistas internacionais nos EUA após restrições
Política

Guterres defende entrada de jornalistas internacionais nos EUA após restrições

O secretary-general da ONU, António Guterres, defendeu esta segunda-feira que os Estados Unidos adotem uma política que permita a entrada do maior número possível de jornalistas internacionais, após o governo norte-americano ter aplicado restrições de visto a correspondentes estrangeiros. Embora reconheça que os países têm o direito de definir as suas políticas de vistos, Guterres manifestou a expectativa de que o país de acolhimento da ONU adote uma abordagem favorável à liberdade de imprensa e ao trabalho jornalístico internacional.

dnoticias.pt01/09/26, 03:04
Política

Alcolumbre protocola indicação de Pacheco ao TCU e deve marcar votação para esta terça

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, protocolou na noite de segunda-feira a indicação do senator Rodrigo Pacheco para uma vaga no Tribunal de Contas da União. A votação do projeto de decreto legislativo deve ocorrer nesta terça-feira, seguindo um rito acelerado que bypassa as comissões. A vaga foi aberta após a aposentadoria antecipada do ministro Bruno Dantas, que deixou o cargo para trabalhar na iniciativa privada. A indicação é da alçada do Senado, e o Palácio do Planalto deve se posicionar favoravelmente. O TCU é composto por nove ministros, sendo três indicados pelo Senado, três pela Câmara e três pela Presidência da República.

oglobo01/09/26, 02:58
Política

A lei para os pobres

O artigo analisa a aplicação do Regulamento de Resíduos Sólidos do Funchal, que multapessoas carentes (entre 25€ e 250€) por remexerem no lixo para recolher embalagens do sistema "Volta" (tara recuperável). O autor critica a rapidez com que a lei é aplicada aos mais pobres, em contraste com a lentidão e impunidade diante da criminalidade de colarinho branco, fraude fiscal e corrupção, questionando a sensibilidade de um sistema que pune a sobrevivência dos vulneráveis sem resolver as causas da pobreza.

Madeira Opina01/09/26, 02:57
Política

Agora só temos execução a 100% no PRR, limpas as falhas.

O artigo critica a alegação de execução a 100% do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) em Portugal, argumentando que se trata de uma "fake news". Segundo o texto, cerca de 2.000 milhões de euros em obras e investimentos previstos no PRR não cumpriram os prazos europeus, tendo sido removidos através de "reprogramação de metas e investimentos". Os projetos eliminados incluíam habitações públicas, barragens, hospitais e outras infraestruturas complexas. O valor foi transferido para o Orçamento do Estado, Portugal 2030 ou financiamento do BEI. O artigo conclui que o "sucesso" da execução a 100% é uma "ilusão contabilística" — as metas originais foram reduzidas para os prazos, e o que não ficou pronto a tempo passa a ser pago pelos contribuintes em vez de ser financiado a fundo perdido pela União Europeia.

Madeira Opina01/09/26, 02:53