As dormidas no setor do alojamento turístico em Portugal aumentaram 1,5% para 46,5 milhões nos primeiros sete meses do ano, em termos homólogos, com os proveitos totais a subirem 5,3% para 4.073,2 milhões de euros, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística. No mês de julho isoladamente, o setor registou 3,4 milhões de hóspedes e 9,6 milhões de dormidas, com proveitos totais de 923,7 milhões de euros.
Os proveitos concentraram-se sobretudo no Algarve, que respondeu por 35% dos proveitos totais, seguido da Grande Lisboa com 21,2% e do Norte com 14,1%. Todas as regiões tiveram aumentos nos proveitos, com exceção da Grande Lisboa, onde os proveitos totais desceram 2%. Os maiores crescimentos verificaram-se no Alentejo e na Península de Setúbal.
Os principais mercados emissores foram o Reino Unido, com uma quota de 18,4% e crescimento de 3%, seguido da Espanha com 10,8% e da Alemanha com 9,3%. O mercado norte-americano registou uma diminuição de 3,1% em julho, a segunda queda desde a pandemia, embora no acumulado dos primeiros sete meses acumule um crescimento de 3,4%.
Em julho, o rendimento médio por quarto disponível fixou-se em 104,3 euros e o rendimento médio por quarto ocupado atingiu 154,9 euros. A estada média foi de 2,83 noites, o primeiro aumento após três quebras mensais consecutivas, e a taxa líquida de ocupação-cama situou-se em 59,9%.




