Os institutos politécnicos públicos suportaram cerca de 38 milhões de euros em custos adicionais sem receber a compensação prevista pelo Ministério da Educação. O valor em causa resulta de alterações na avaliação de desempenho e do descongelamento das carreiras docentes, que geraram despesas não compensadas pelo governo.
Pelo menos quatro instituições de ensino superior politécnico enfrentam dificuldades financeiras significativas devido a esta situação. As dificuldades manifestam-se na contratação de professores e na aquisição de equipamentos necessários ao funcionamento das instituições.
O Ministério da Educação não comentou ainda a situação nem apresentou um plano para resolver o pagamento dos valores em dívida aos politécnicos públicos.




