O Ministério da Educação deve cerca de 38 milhões de euros às instituições de ensino politécnico em Portugal. As instituições estão a deixar um alerta sobre a situação financeira delicada que enfrentam.
A pressão sobre os orçamentos dos politécnicos é agravada pelo atraso no pagamento de retroativos aos professores. Estes pagamentos estão relacionados com o descongelamento das carreiras docentes, que teve início em 2018.
O descongelamento das carreiras foi uma medida que permitiu a progressão salarial e de categoria dos professores, mas os pagamentos correspondentes têm vindo a ser processados com atrasos significativos, criando dificuldades financeiras acrescidas para as instituições de ensino superior politécnico.




