A votação para o referendo constitucional na Guiné-Bissau registou uma fraca afluência no seu início. A oposição, diversas organizações da sociedade civil e a maior confederação sindical do país fizeram um apelo ao boicote do escrutínio.
Os promotores do boicote acusam os autores do golpe do ano passado de pretenderem fazer regressar Umaro Sissoco Embaló à liderança do país. Esta votação surge num contexto político marcado pela instabilidade recente na nação da África Ocidental.




