Pharol nomeia Bernardo Amado para administrador-delegado e confirma Moreira RatoFoto de Jerichovien Macaraig no Pexels
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Pharol nomeia Bernardo Amado para administrador-delegado e confirma Moreira Rato

Eco28 de agosto de 2026 às 18:20

A Pharol anunciou que o conselho de administração atribuiu o cargo de administrador-delegado a Bernardo Amado, confirmando também que João Moreira Rato obteve sinal verde do Banco de Portugal para assumir as funções de chairman, substituindo Palha da Silva, que liderou a empresa durante cerca de uma década após a venda da Meo à Altice. A nova administração inclui ainda Rafaela Andrade como administradora e João Ferreira Marques como administrador-suplente. A nomeação de Moreira Rato estava dependente do regulador bancário uma vez que é administrador não executivo da CGD há um ano. A empresa, cujo principal ativo é um crédito problemático de 897 milhões de euros relativo ao investimento na Rio Forte, registrou prejuízos de 970 mil euros no primeiro semestre, após lucros de mais de 2 milhões no mesmo período de 2025.


A Pharol anunciou esta sexta-feira que o conselho de administração decidiu atribuir o cargo de administrador-delegado a Bernardo Amado, e confirmou a notícia do ECO de que João Moreira Rato teve luz verde do regulador bancário para as funções de chairman.

Bernardo Amado e Moreira Rato substituem assim Palha da Silva, que liderou a Pharol durante cerca de uma década, após a venda da operadora Meo à Altice.

Faz parte ainda da nova administração Rafaela Andrade, enquanto João Ferreira Marques foi nomeado como administrador-suplente na assembleia geral que teve lugar há cerca de um mês.

Quanto a Moreira Rato, o economista e antigo presidente do IGCP ocupa as funções de administrador não executivo da Caixa Geral de Depósitos (CGD) desde há um ano e, por isso, a sua nomeação para a Pharol estava dependente de uma decisão do regulador bancário.

BCE dá luz verde a João Moreira Rato para chairman da Pharol

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A Pharol diz que essa autorização foi concedida pelo Banco de Portugal no passado dia 5 de agosto, segundo o comunicado enviado ao mercado.

A empresa tem como principal ativo um crédito problemático de 897 milhões de euros relativo ao investimento ruinoso em papel comercial da Rio Forte e do qual só espera receber 52 milhões (apenas 6%).

No primeiro semestre registou prejuízos 970 mil euros, após lucros de mais de 2 milhões no mesmo período de 2025, com a empresa a justificar esse desempenho com a ausência de reembolsos fiscais significativos e o pagamento de prémios.

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