Secondo l'Impact Report FY26 del Gruppo OLX, acquistare un veicolo usato rappresenta un risparmio medio di 2.890 euro nel caso delle automobili e di 1.539 euro nel caso delle moto. Per chi vende, la differenza è altrettanto significativa: un'auto usata genera in media 8.537 euro per il proprietario e una moto circa 2.676 euro. Per i dispositivi elettronici, l'acquisto di seconda mano può rappresentare un risparmio di 532 euro per un computer portatile, 413 euro per uno smartphone, 222 euro per una televisione e 194 euro per un tablet.
Solo nelle categorie di smartphone, tablet, computer portatili e televisori sono state effettuate 2,3 milioni di transazioni sulle piattaforme del Gruppo OLX tra aprile 2025 e marzo 2026. Queste operazioni hanno permesso ai venditori di ottenere circa 311 milioni di euro, mentre gli acquirenti hanno risparmiato circa 350 milioni di euro rispetto all'acquisto di prodotti nuovi.
La dimensione ambientale è un'altra conclusione del rapporto. Nei sette mercati analizzati — Portogallo, Polonia, Bulgaria, Romania, Francia, Sudafrica e Ucraina — oltre 5,9 milioni di transazioni di prodotti usati hanno permesso di evitare il consumo di circa 155 miliardi di litri d'acqua e 861.000 tonnellate di materiali, nonché 31,9 milioni di gigajoule di energia e circa 1,78 milioni di tonnellate di CO₂ equivalente. Nel caso delle automobili, ogni veicolo usato venduto rappresenta in media un risparmio di 1.262 chilogrammi di CO₂ equivalente, 119.000 litri d'acqua, 697 chilogrammi di materiali e 23.316 megajoule di energia.
Per Pedro Soares, Head of Sales di Standvirtual, i risultati mostrano che il mercato dell'usato sta assumendo un'importanza crescente poiché coniuga accessibilità economica con il prolungamento della vita utile dei veicoli e dei loro componenti. Il rapporto cerca di misurare questo effetto attraverso quattro indicatori ambientali — materiali, acqua, energia ed emissioni di carbonio — valutati lungo il ciclo di vita dei prodotti, dimostrando che il riutilizzo trasforma le piccole decisioni individuali in una significativa riduzione dell'utilizzo delle risorse.

Comprar usado deixou há muito de ser apenas uma estratégia para gastar menos. O mercado de segunda mão está a ganhar peso também como uma forma de prolongar a vida útil dos produtos e reduzir os recursos necessários para fabricar bens novos.
Os dados mais recentes do Grupo OLX mostram a dimensão desse fenómeno. De acordo com o Impact Report FY26, a aquisição de um automóvel usado permite poupar, em média, 2.890 euros relativamente à compra de um carro novo. No caso das motas, a poupança média é de 1.539 euros.
O benefício económico é igualmente expressivo para quem vende. Um automóvel vendido em segunda mão gera, em média, 8.537 euros para o proprietário, enquanto uma mota representa um encaixe médio de 2.676 euros, segundo o relatório.
Eletrónica usada também pesa menos na carteira
A poupança não se limita aos veículos. Nos equipamentos eletrónicos, a compra em segunda mão pode representar uma diferença média de 532 euros num computador portátil, 413 euros num smartphone, 222 euros numa televisão e 194 euros num tablet.
Só nas categorias de smartphones, tablets, computadores portáteis e televisões foram realizadas 2,3 milhões de transações nas plataformas do Grupo OLX entre abril de 2025 e março de 2026. Segundo o relatório, estas operações permitiram aos vendedores obter cerca de 311 milhões de euros, enquanto os compradores pouparam aproximadamente 350 milhões de euros face à aquisição de produtos novos.
Os cálculos apresentados pelo Grupo OLX têm em conta uma questão importante: os produtos usados podem ter uma vida útil remanescente inferior à dos artigos novos. Ainda assim, a reutilização pode traduzir-se numa vantagem económica significativa.
Um carro usado também significa menos recursos consumidos
A dimensão ambiental é outra das conclusões do relatório. Nos sete mercados analisados — Portugal, Polónia, Bulgária, Roménia, França, África do Sul e Ucrânia — mais de 5,9 milhões de transações de produtos usados nas categorias de eletrónica, veículos e peças automóveis terão permitido evitar o consumo de cerca de 155 mil milhões de litros de água e 861 mil toneladas de materiais.
O impacto estende-se ainda à energia e às emissões. Segundo o Impact Report FY26, a reutilização destes produtos evitou o consumo de 31,9 milhões de gigajoules de energia e a emissão de aproximadamente 1,78 milhões de toneladas de CO₂ equivalente.
No caso dos automóveis, a diferença é particularmente significativa. Cada veículo usado vendido representa, em média, uma poupança estimada de 1.262 quilos de CO₂ equivalente, 119 mil litros de água, 697 quilos de materiais e 23.316 megajoules de energia. Ou seja, a compra de um carro usado não significa apenas evitar a produção de um automóvel novo: significa também evitar uma parte dos recursos e da energia associados a essa produção.
O efeito multiplica-se com a reutilização
Nos equipamentos eletrónicos, os números variam consoante o produto. Um smartphone usado permite evitar, em média, 35 quilos de CO₂ equivalente, 2.200 litros de água e 530 megajoules de energia.
Num computador portátil, a poupança ambiental estimada sobe para 121 quilos de CO₂ equivalente, 7.437 litros de água e 1.806 megajoules de energia. Já uma televisão usada pode evitar 178 quilos de CO₂ equivalente, além de poupar 7.309 litros de água e 2.716 megajoules de energia.
As peças automóveis usadas têm também um papel relevante: cada transação representa, em média, menos 62 quilos de CO₂ equivalente, 2.290 litros de água, 9,6 quilos de materiais e 952 megajoules de energia.
Para Pedro Soares, Head of Sales do Standvirtual, os resultados mostram que o mercado de usados está a assumir uma importância crescente por combinar acessibilidade económica com prolongamento da vida útil dos veículos e dos seus componentes.
O relatório do Grupo OLX procura, precisamente, medir esse efeito através de quatro indicadores ambientais — materiais, água, energia e emissões de carbono — avaliados ao longo do ciclo de vida dos produtos.
A conclusão é simples: quando um consumidor escolhe um produto usado em vez de um novo, a poupança pode ser imediata no preço, mas o benefício pode prolongar-se muito para além da carteira. Em milhões de transações, a reutilização transforma pequenas decisões individuais numa redução significativa da utilização de matérias-primas, água, energia e emissões.