L'Archivio Nazionale del Suono, struttura culturale in costruzione a Mafra, ha visto il suo termine di esecuzione prorogato di 106 giorni, passando la data ufficiale di conclusione al 15 dicembre 2026. Secondo il presidente del Patrimonio Culturale IP, João Soalheiro, la struttura dell'edificio sarà completata entro lunedì prossimo, seguiti dai lavori di finitura, con la possibilità di un'inaugurazione ancora quest'anno.
Il primo concorso per l'opera, pubblicato nel gennaio 2025, non ha ricevuto proposte valide, poiché nessuno dei quattro partecipanti è riuscito a presentare una proposta che soddisfacesse il prezzo base definito. Nel maggio 2025, è stato pubblicato un nuovo concorso con il prezzo base aggiornato da 4.499.998,00 € a 7.161.256,00 €. Il 5 agosto 2025, il Comune di Mafra ha firmato un contratto di 6.458.349,05 € e i lavori sono iniziati nel settembre 2025.
L'appalto, integrato nel Piano di Recupero e Resilienza, ha affrontato ritardi associati all'impatto della guerra in Ucraina sull'economia portoghese e sul mercato delle opere pubbliche. A luglio, il presidente del Comune di Mafra, Hugo Moreira Luís, ha confermato nell'Assemblea Comunale che c'erano investimenti a rischio di perdere il finanziamento per mancato rispetto delle norme del PRR, incluso l'Archivio Nazionale del Suono. João Soalheiro ha garantito che l'opera rispetta l'obiettivo del PRR.
Il Ministro dell'Economia e della Coesione Territoriale ha affermato ieri, in conferenza stampa, che il PRR è completamente attuato, avendo subito due riprogrammazioni e aggi
Arquivo Nacional do Som “Estará construído, não acabado, mas estará acabado a ponto de poder ser inaugurado até ao final do ano”
O Arquivo Nacional do Som, equipamento atualmente em fase de construção em Mafra, viu este mês o seu prazo de execução prorrogado em 106 dias, passando a ter por data oficial de conclusão, o dia 15 de dezembro de 2026 (ver artigo).
À Lusa, o presidente do Património Cultural IP, João Soalheiro, adiantou que a estrutura do edifício ficará concluída até à próxima segunda‑feira, seguindo‑se os trabalhos de acabamento, cuja conclusão está prevista para os meses seguintes, podendo ser inaugurado em dezembro.
O primeiro concurso para a obra, lançado em janeiro de 2025 (ver artigo), não recebeu propostas válidas. De acordo com o júri, nenhum dos quatro concorrentes conseguiu apresentar uma proposta que satisfizesse o preço base definido, o que levou à não adjudicação da obra (ver artigo).
Em maio de 2025, foi lançado um novo concurso público para a construção das instalações do Arquivo Nacional do Som, cujo prazo para apresentação de propostas viria a ser prorrogado no início de junho. Neste procedimento, o preço base foi atualizado de 4.499.998,00 € para 7.161.256,00 €.
A 5 de agosto de 2025, a Câmara de Mafra assinou um contrato, no valor de 6.458.349,05 € (acrescido de IVA à taxa legal em vigor), para a construção das instalações. As obras arrancaram em setembro de 2025 (ver artigo).
De acordo com João Soalheiro, a empreitada, integrada no Plano de Recuperação e Resiliência, enfrentou atrasos associados ao impacto da guerra na Ucrânia na economia portuguesa e no mercado das obras públicas.
Em julho, numa sessão da Assembleia Municipal de Mafra, o presidente da Câmara, Hugo Moreira Luís, confirmou a existência de investimentos em risco de perder financiamento, por incumprimento das normas do PRR, entre os quais se encontrava o Arquivo Nacional do Som (ver artigo).
À Lusa, o presidente do Património Cultural garantiu que a obra cumpre a meta do PRR, afirmando: “Estará construído, não acabado, mas estará acabado a ponto de poder ser inaugurado até ao final do ano”.
Ontem, o Ministro da Economia e Coesão Territorial afirmou, em conferência de imprensa, que “o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) está totalmente executado”. Acrescentou ainda que o PRR teve “duas reprogramações e alguns ajustamentos, negociados com a Comissão Europeia, que permitiram retirar financiamento de projetos inexequíveis no prazo ( que serão futuramente financiados pelo Orçamento do Estado ou pelos fundos europeus do Portugal 2030) e transferi-lo para investimento em inovação e competitividade das empresas e da economia”.