IMT lancia un avviso ai conducenti: questa dimenticanza con la patente può comportare una multa di 600 euro e obbligare a un nuovo esameFoto di Rodolfo Gaion su Pexels
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IMT lancia un avviso ai conducenti: questa dimenticanza con la patente può comportare una multa di 600 euro e obbligare a un nuovo esame

Postal do Algarve28 agosto 2026 alle ore 20:30

L'Istituto della Mobilità e dei Trasporti ha emesso un avviso ai conducenti sulle conseguenze di lasciar scadere la patente. Chi viene sorpreso a guidare con il titolo scaduto commette un'infrazione punita con una multa tra 120 e 600 euro, come previsto dall'articolo 130.º del Codice della Strada. L'IMT raccomanda che la richiesta di rinnovo venga presentata durante i sei mesi precedenti alla data di scadenza per evitare problemi.

Le conseguenze peggiorano in base al tempo di ritardo. Se la patente è scaduta da meno di due anni, basta procedere al rinnovo senza necessità di esame. Tra due e cinque anni di ritardo, è necessario sostenere un esame speciale di guida con prova pratica, sebbene esistano eccezioni per i titolari di categorie come AM, A1, A2, A, B1, B e BE che non abbiano ancora compiuto 50 anni.

Se il ritardo è superiore a cinque anni ma inferiore a dieci, il conducente dovrà frequentare una formazione specifica e sostenere un esame speciale. Quando siano già trascorsi più di dieci anni dalla data in cui la patente avrebbe dovuto essere rinnovata, non è più possibile procedere al rinnovo, essendo necessario ottenere un nuovo titolo di guida, inclusa tutta la formazione e gli esami necessari.

Per evitare queste situazioni, l'IMT consiglia ai conducenti di consultare la piattaforma "La Mia Patente di Guida" dove è possibile verificare i termini applicabili alla propria situazione. Il rinnovo può essere effettuato tramite IMT Online, l'applicazione ID.GOV o di persona presso gli uffici competenti. Le regole di rinnovo variano a seconda della categoria della patente, della data di ottenimento e dell'età del titolare, e a

Deixar passar a data de validade da carta de condução não significa apenas ter de tratar do documento mais tarde. Quem continuar a conduzir com o título caducado está a cometer uma infração e arrisca uma coima entre 120 e 600 euros. Se o atraso se prolongar durante vários anos, pode ainda ser necessário realizar um exame especial de condução e, em determinadas situações, frequentar formação antes de voltar a ter o título válido.

O alerta foi lançado pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), que recomenda que o pedido de revalidação seja apresentado durante os seis meses anteriores à data de caducidade. O objetivo é evitar que um esquecimento relativamente simples acabe por impedir o condutor de circular legalmente ou obrigá-lo a passar novamente por uma prova prática.

Carta caducou? Não pode continuar a conduzir normalmente

A primeira consequência começa assim que o título deixa de estar válido. O artigo 130.º do Código da Estrada determina que a carta caduca quando não é revalidada dentro do prazo aplicável. Quem for apanhado a conduzir nessa situação pode receber uma coima de 120 a 600 euros.

Isto significa que não basta ter fisicamente a carta na carteira ou apresentá-la às autoridades. Se a respetiva validade terminou, o condutor deve tratar da revalidação antes de voltar a utilizar os veículos abrangidos pelo título.

Se passaram menos de dois anos, ainda não há exame

Quando a carta está caducada há menos de dois anos, continua a ser possível proceder à revalidação sem realizar o exame especial previsto para atrasos mais prolongados. O portal oficial gov.pt confirma que, nesta situação, é necessário renovar o documento, mas não é exigido novo exame de condução. Durante o período em que a carta permanece caducada, contudo, o titular não pode conduzir legalmente.

É por esta razão que o IMT recomenda não esperar sequer pelo último dia. O processo pode ser iniciado até seis meses antes da data em que a carta perde a validade.

Mais de dois anos podem obrigar a voltar a uma prova prática

A situação torna-se mais exigente quando decorreram mais de dois e menos de cinco anos sobre a data em que a carta deveria ter sido renovada. Nestes casos, a regra geral é a realização de um exame especial de condução, composto por uma prova prática, podendo o candidato apresentar-se sem voltar a inscrever-se numa escola de condução.

Existe, porém, uma exceção importante prevista no Código da Estrada: esta exigência não se aplica da mesma forma aos titulares das categorias AM, A1, A2, A, B1, B e BE que ainda não tenham completado 50 anos. Por isso, quem esteja nesta situação deve confirmar junto do IMT qual o procedimento aplicável ao seu caso concreto.

Cinco anos de atraso tornam o processo ainda mais complicado

Se a carta estiver caducada há mais de cinco e há menos de dez anos, já não basta pedir simplesmente a revalidação. O titular terá de frequentar uma formação específica e realizar posteriormente um exame especial de condução, incluindo uma prova prática. É uma diferença significativa face a quem resolve a situação nos primeiros meses depois do fim da validade. Quanto mais tempo passa, maiores são as exigências para recuperar o título.

E se já passaram mais de dez anos?

Aqui, a consequência é ainda mais pesada. O Código da Estrada estabelece que um título não pode ser renovado quando tenham decorrido mais de dez anos sobre a data em que deveria ter sido revalidado. Nessa situação, será necessário obter um novo título de condução, seguindo novamente o procedimento aplicável. O gov.pt explica que, depois deste prazo, o condutor terá de tirar novamente a carta, incluindo formação e exames necessários para obter um novo título.

A data de renovação não é igual para toda a gente

Outro dos motivos para alguns condutores deixarem a carta caducar está na diversidade dos prazos existentes. A idade em que é necessário renovar depende da categoria da carta e da data em que o título foi obtido. Para as categorias mais comuns de ligeiros, por exemplo, as regras não são exatamente iguais para quem tirou a carta antes de 2013 e para quem ficou habilitado posteriormente.

A partir dos 70 anos, os titulares das principais categorias do Grupo 1 têm, em regra, de proceder à revalidação de dois em dois anos. Dependendo da idade e das categorias, também pode ser necessário apresentar atestado médico e, em determinados casos profissionais, certificado de avaliação psicológica.

Pode verificar online quando tem de renovar

Para evitar dúvidas, o IMT aconselha a consultar a própria carta ou utilizar a plataforma “A Minha Carta de Condução”, onde é possível verificar informação sobre o título e os prazos aplicáveis. A revalidação pode ser tratada através dos canais digitais disponibilizados pelo Instituto, incluindo o IMT Online e a aplicação ID.GOV, ou presencialmente nos serviços competentes.

A recomendação do organismo é, por isso, simples: confirmar a validade com antecedência e não deixar a renovação para depois da data indicada. Um atraso de poucos dias ainda pode ser resolvido através da revalidação, mas continuar a conduzir nessas condições pode valer 600 euros de coima e deixar acumular anos de atraso pode acabar por obrigar o condutor a voltar a exame.

Leia também: Há uma nova medida para condutores a partir desta idade que têm de renovar a carta de condução: preços ainda não são conhecidos

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