Pharol ha annunciato venerdì la nomina di Bernardo Rhodes Sérgio Amado a Amministratore Delegato, durante una riunione del Consiglio di Amministrazione presieduta da João Moreira Rato. L'esercizio delle funzioni di João Moreira Rato era stato autorizzato dalla Banca del Portogallo il 5 agosto 2026. La deliberazione è stata presa ai sensi dell'articolo 407 del Codice delle Società Commerciali e dell'articolo 19 dello Statuto della Società.
Bernardo Amado era fino ad allora amministratore finanziario (CFO) di Pharol e faceva parte della lista di amministratori proposta dal gruppo di capitali di rischio DK Partners, approvata dagli azionisti nell'assemblea generale del 30 luglio 2026. In tale lista figuravano anche Rafaela Figueira e João Ferreira Marques come amministratori, oltre a João Moreira Rato per la presidenza.
Questa nomina consolida la nuova struttura di governance della holding quotata nel secondo mercato di Euronext Lisbona, in una fase di rinnovamento della leadership dopo un decennio di gestione di attivi problematici. L'azienda sta attraversando un momento cruciale, con un tribunale del Lussemburgo che ha riconosciuto a Pharol un credito di 897 milioni di euro sulla massa fallimentare di Rioforte — l'attivo tossico che ha definito la storia dell'ex Portugal Telecom dal 2014. Pharol è stata anche esonerata dal restituire 750 milioni di euro richiesti da ESI.
João Moreira Rato si distingue nel panorama finanziario portoghese, avendo ricoperto il ruolo di Presidente dell'Agenzia di Gestione della Tesoreria e del Debito Pubblico (IGCP) tra il 2012 e il 2014, primo CFO del Novobanco nel 2014, Chairman del Banco CTT tra il 2019 e il 2023, e lavorando come consulente senior di

A Pharol anunciou esta sexta-feira a nomeação de Bernardo Rhodes Sérgio Amado para o cargo de Administrador-Delegado, numa reunião do Conselho de Administração presidida por João Moreira Rato, cujo exercício de funções tinha sido autorizado pelo Banco de Portugal cerca de três semanas antes, a 5 de agosto de 2026.
“A Pharol. informa que o Conselho de Administração reuniu hoje sob a presidência do Dr. João Moreira Rato, cujo exercício de funções foi autorizado pelo Banco de Portugal em 5 de agosto de 2026. Na referida reunião, e nos termos do artigo 407.º do Código das Sociedades Comerciais e do artigo 19.º dos Estatutos da Sociedade, o conselho deliberou atribuir ao administrador Dr. Bernardo Amado as competências de Administrador-Delegado”, lê-se no comunicado enviado ao mercado.
Bernardo Amado era até aqui administrador financeiro (CFO) da Pharol e integrou a lista de administradores proposta pelo grupo de capital de risco DK Partners e aprovada pelos acionistas em assembleia geral de 30 de julho de 2026 . Na mesma lista figuravam ainda Rafaela Figueira e João Ferreira Marques como administradores, além de João Moreira Rato para a presidência.
A deliberação consolida a nova estrutura de governo da holding cotada no segundo mercado da Euronext Lisboa numa fase de renovação da sua liderança após uma década de gestão de ativos problemáticos, e ocorre num momento crucial para a empresa, já que há menos de sete meses, um tribunal do Luxemburgo reconheceu à Pharol um crédito de 897 milhões de euros sobre a massa insolvente da Rioforte — o ativo tóxico que define a história da antiga Portugal Telecom desde 2014. Em fevereiro de 2026, o Tribunal de Comércio do Luxemburgo reconheceu, na totalidade, o crédito reclamado pela Pharol: 750 milhões de euros (somados aos 147 milhões já reconhecidos em dezembro de 2024), perfazendo os 897 milhões do investimento original. A Pharol foi também ilibada de devolver 750 milhões de euros que lhe eram reclamados pela ESI (Espírito Santo Internacional).
A ex-PT SGPS tem como principal ativo instrumentos de dívida da Rioforte com o valor nominal de quase 900 milhões, mas que se encontram avaliados em apenas 51,9 milhões de euros.
João Moreira Rato destacou-se no panorama financeiro português, depois de, entre 2012 e 2014, durante a crise da dívida soberana europeia, como Presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), ter sido responsável pela estratégia que levou Portugal de volta aos mercados de dívida de médio e longo praz . Foi ainda o primeiro CFO do Novobanco (2014), Chairman do Banco CTT (2019-2023) e trabalhou como perito principal da Oliver Wyman no Kuwait e Abu Dhabi. Desde 2015, atua como consultor sénior da Morgan Stanley e é Presidente do Instituto Português de Corporate Governance (IPCG).