The Israeli army again invaded Syrian territory, advancing through the Quneitra province with a convoy of six vehicles from the Israel Defense Forces (IDF) that departed from a base in the mountainous area of Tel al-Ahmar. The troops advanced to the village of Bariqa, located about 30 kilometers to the south, and fired two projectiles that fell between Tel al-Ahmar and the town of Beit Yinn, in a rural area south of Damascus, approximately 50 kilometers from the Syrian capital. The information was confirmed by the Syrian state broadcaster SANA, which located the attack on Tal Bat al-Warda hill, on the slopes of Mount Hermon, currently under Israeli control since the fall of former Syrian President Bashar al-Assad. The projectiles hit agricultural land without causing injuries.
On Tuesday, Syria called on the international community to take measures for Israel to cease its repeated violations in the country, where it maintains military positions since the fall of al-Assad at the end of 2024. The Syrian Ministry of Foreign Affairs condemned the visit of the Israeli Defense Minister, Israel Katz, to southern Lebanon, considering the crossing of Syria's international borders as a violation of the country's sovereignty and territorial integrity.
Israel Katz's visit occurred days after the Israeli army commander, Eyal Zamir, also traveled to the region, and a week after the Israeli bombardment of the Abu Duhur air base in northwestern Syria. Israel claims that a Turkish delegation was present at that base and that the attack was intended to send a warning about Ankara's military reinforcement in Syria, although Turkey has denied any presence at the site.
Israel launched hundreds of airstrikes during the operations of a rebel coalition that overthrew Bashar al-Assad in December 2024, targeting targets belonging to the regular forces affiliated with the Syrian regime. At the same time, it stationed troops in southern Syria, in a buffer zone under UN supervision near the Golan Heights, occupied by Israel since 1967.

O exército de Israel voltou a invadir o território da Síria, avançando pela província de Quneitra, e disparando dois projéteis contra uma zona situada a 50 quilómetros da capital Damasco.
De acordo com a emissora síria Al Ikhbariya, uma caravana de seis veículos das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) partiu de uma base na zona montanhosa de Tel al-Ahmar, em Quneitra, local frequente de operações e patrulhas israelitas.
As tropas israelitas terão avançado até à aldeia de Bariqa, situada a cerca de 30 quilómetros a sul e dispararam dois projéteis que caíram entre Tel al-Ahmar e a cidade de Beit Yinn, situada numa zona rural a sul de Damasco, a cerca de 50 quilómetros da capital.
A informação foi corroborada pela emissora estatal síria SANA, que situou o ataque na colina de Tal Bat al-Warda, nas encostas do Monte Hermon — sob controlo israelita desde a queda do ex-presidente sírio Bashar al-Assad.
No entanto, ambos os projéteis terão caído em terrenos agrícolas sem provocar feridos.
Na terça-feira, a Síria pediu à comunidade internacional que tome “as medidas necessárias” para Israel cessar as suas “repetidas violações” na Síria, onde mantém posições militares desde a queda de al-Assad, no final de 2024.
Num comunicado, a diplomacia de Damasco condenou a “entrada ilegal” do ministro da Defesa israelita no sul do Líbano, onde visitou tropas estacionadas na região.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros sírio criticou “a passagem das fronteiras internacionais da Síria” por parte de Israel Katz, “em flagrante violação da soberania e integridade territorial do país”.
O ministro da Defesa israelita visitou as tropas estacionadas no país vizinho, reiterando a determinação de manter forças na região enquanto persistirem ameaças à segurança de Israel.
A visita de Israel Katz aconteceu poucos dias depois de o comandante do exército, Eyal Zamir, se ter deslocado também à região e uma semana após o bombardeamento israelita contra a base aérea de Abu Duhur, no noroeste da Síria.
Israel alega que uma comitiva turca esteve presente naquela base e que o ataque teve como objetivo enviar um aviso sobre o reforço militar de Ancara na Síria.
A Turquia negou qualquer presença no local e indicou que não vai abdicar de apoiar as autoridades de Damasco, com as quais tem mantido projetos de cooperação militar.
Israel lançou centenas de ataques aéreos durante as operações de uma coligação rebelde que em dezembro de 2024 derrubou Bashar al-Assad, visando alvos das forças regulares afetas ao regime sírio.
Em simultâneo, estacionou tropas no sul da Síria, numa zona tampão sob supervisão da ONU junto dos Montes Golã, ocupados por Israel desde 1967.