Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
Não tomar banho para se tornar atraente vira tendência entre os jovens: existe alguma base científica?Foto de Curious_Collectibles no Pexels
Ciência
Medicina
Eleições
Santarém

Não tomar banho para se tornar atraente vira tendência entre os jovens: existe alguma base científica?

oglobo15 de setembro de 2026 às 18:45

Em partes da internet onde jovens trocam dicas de autoaperfeiçoamento, surgiu uma tendência relacionada ao cheiro corporal. Desodorante está fora de moda e lavar-se menos está na moda. Esses chamados "influenciadores olfativos" prometem que o aroma certo fará maravilhas para atrair um parceiro.

No entanto, embora os humanos possam achar os cheiros agradáveis, desagradáveis ou algo intermediário, não há evidências científicas de que possamos detectar e reagir a feromônios, muito menos produzi-los.

Muitos animais se comunicam por meio de feromônios, frequentemente relacionados ao sexo ou à marcação de território. O problema é o que acontece quando se busca o mesmo mecanismo sensorial em humanos.

Um feromônio é definido como um mensageiro químico produzido dentro do corpo de um membro de uma espécie, mas essa definição não se aplica da mesma forma aos seres humanos segundo a ciência atual.

Porque é que isto importa

A tendência pode afetar diretamente jovens da região que buscam autoconhecimento e podem ser influenciados por informações sem base científica, potencialmente prejudicando sua higiene e saúde. A desinformação sobre feromônios pode levar a escolhas inadequadas em cuidados pessoais.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por oglobo a 15 de setembro de 2026 às 18:45; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Ciência e diz respeito a Santarém. Nesta secção temos atualmente 4734 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Prémio Champalimaud distingue investigação que devolve visão
Ciência

Prémio Champalimaud distingue investigação que devolve visão

O Prémio Champalimaud distinguiu investigação que contribuiu para devolver a visão a pacientes, num momento em que continuam a ser escassos os tratamentos capazes de restabelecer uma visão funcional após a perda. Os investigadores premiados ajudaram a mudar esta realidade, segundo indicou a Fundação Champalimaud.

SAPO15/09/26, 21:05
Ciência

Prémio Champalimaud distingue investigação que devolveu visão a cegos

O Prémio Champalimaud distinguiu investigação científica pioneira que permitiu devolver a visão a pessoas cegas, num reconhecimento do impacto transformador desta tecnologia para milhões de pessoas. O artigo refere que cerca de 43 milhões de pessoas em todo o mundo são cegas e 295 milhões vivem com deficiência visual, sublinhando a dimensão global deste problema de saúde.

Diário de Coimbra15/09/26, 20:50
Ciência

Já estão confirmados quase 300 casos: infeções por este vírus estão a aumentar em Portugal

Portugal registou 282 casos confirmados de mpox entre janeiro e agosto de 2026, com um aumento significativo da transmissão a partir de finais de maio, intensificando-se em junho e julho. A Organização Mundial de Saúde confirmou a existência de transmissão comunitária da variante clade Ib em Portugal, tendo sido identificados 66 casos associados a esta linhagem e 13 grupos de casos epidemiologicamente relacionados. A região de Lisboa e Vale do Tejo concentra 66,7% das infeções, 97,9% dos infetados são homens com idade média de 35 anos e 18 casos necessitaram de internamento hospitalar. Apesar da intensificação, as últimas semanas têm mostrado uma redução no número de novos casos. A Direção-Geral de Saúde reforça as medidas de prevenção, incluindo campanhas de sensibilização e promoção da vacinação para grupos de maior risco.

Postal do Algarve15/09/26, 20:00
Ciência

Um em cada três idosos urbanos tem sinais de depressão

Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da UFMG identificou sintomas depressivos em 34,09% dos idosos urbanos participantes, chegando a 43,8% entre mulheres e 24,5% entre homens. O estudo analisou mais de 7 mil moradores de cidades brasileiras com 50 anos ou mais, utilizando dados do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (Elsi-Brasil) de 2015-2016. A população idosa brasileira cresceu 53,3% entre 2012 e 2024, passando de 22 para 34,1 milhões de pessoas, evidenciando a necessidade de políticas públicas que abordem saúde mental, vínculos sociais, autonomia e participação dos idosos na sociedade.

oglobo15/09/26, 19:41