O ômega-3 tornou-se presença quase obrigatória na rotina de quem busca saúde e bem-estar, mas a escolha de um suplemento vai muito além de encontrar a palavra "ômega-3" no rótulo. Segundo especialistas, é a formulação do produto que define o que ele realmente entrega ao consumidor.
Uma análise que reuniu dados de 187 países, citada em uma revisão publicada neste ano na revista Nutrients, revela que a maior parte da população mundial consome EPA e DHA abaixo dos níveis recomendados. Esse dado reforça a suplementação nutricional como uma estratégia cada vez mais discutida para complementar a alimentação.
O ômega-3 reúne ácidos graxos com funções distintas. O EPA (ácido eicosapentaenoico) é geralmente reconhecido por sua atuação no sistema cardiovascular, enquanto o DHA (ácido docosahexaenóico) se destaca no sistema cognitivo, estando presente em altas concentrações em tecidos como o cérebro e a retina.
Ambos os ácidos graxos são produzidos naturalmente pelo organismo em quantidade insuficiente, o que torna necessária a obtenção por meio da alimentação ou suplementação. Essa insuficiência na produção corporal explica a importância de buscar fontes adequadas de ômega-3 na dieta.




