O presidente da Associação de Médicos Prestadores de Serviços acusou o Governo de ter adiado intencionalmente os cortes nas prestações dos tarefeiros para outubro, de forma a evitar falhas de pessoal nas urgências durante o período do verão. A portaria que estabelece as novas regras terá sido desenhada estrategicamente após a época balnear.
A associação liderada por Nuno Figueiredo e Sousa manifestou-se crítica em relação à medida, considerando que a decisão governamental visa essencialmente prevenir problemas de recursos humanos nas urgências hospitalares durante os meses de maior procura, adiando para depois as consequências financeiras para os profissionais tarefeiros.
Nuno Figueiredo e Sousa avançou ainda que o impacto orçamental desta política será reduzido, questionando assim a eficácia económica dos cortes propostos pelo Executivo para este grupo de médicos.



