Entre 31 de agosto e 3 de setembro, o Microsoft 365 sofreu a pior falha do ano, deixando milhões de utilizadores sem acesso a serviços essenciais. Durante quatro dias, o email ficou parado no Exchange Online, o Teams começou a falhar, e os ficheiros armazenados no SharePoint e no OneDrive ficaram fora de alcance. A interrupção afetou empresas e utilizadores em todo o mundo que dependem destes serviços para o trabalho diário.
A falha teve origem num problema de infraestrutura da Microsoft, que demorou vários dias a ser completamente resolvido. Durante este período, muitas organizações tiveram de procurar alternativas temporárias para manter as suas operações, o que causou prejuízos significativos em termos de produtividade e comunicação.
Curiosamente, o Office 2024, a versão tradicional e autónoma do pacote de produtividade da Microsoft, não foi afetado por esta falha. Isto deve-se ao facto de funcionar de forma independente na nuvem, não dependendo dos serviços online do Microsoft 365 para funcionar. O incidente voltou a levantar questões sobre a vulnerabilidade das soluções completamente baseadas na nuvem e a importância de ter alternativas disponíveis.



