Um professor e especialista alertou para o impacto negativo dos ecrãs no desenvolvimento infantil. A investigação apresentada estabelece uma ligação direta entre a redução das experiências de brincadeira nos primeiros anos de vida e os baixos níveis de atividade física registados na adolescência.
O especialista defende que as crianças que passam mais tempo diante de ecrãs têm menos oportunidades de brincar ativamente, o que afeta o seu desenvolvimento físico e comportamental a longo prazo. Esta redução das experiências de brincadeira nos primeiros anos parece contribuir para níveis mais baixos de atividade física quando essas crianças chegam à adolescência.
O alerta surge no contexto de preocupações crescentes sobre o uso excessivo de dispositivos eletrónicos entre os mais jovens e os seus efeitos no crescimento e bem-estar das crianças.




