Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
Um terço da população maior de 15 anos consumiu medicamentos sem receita em 2025
Ciência
Medicina

Um terço da população maior de 15 anos consumiu medicamentos sem receita em 2025

Correio da Manhã15 de setembro de 2026 às 14:40

Um terço da população portuguesa com mais de 15 anos consumiu medicamentos sem receita médica durante o ano de 2025. Este dado representa uma tendência significativa no comportamento de automedicação no país.

O fenómeno afeta particularmente a faixa etária entre os 15 e os 34 anos, onde se regista o consumo mais elevado de medicamentos sem prescrição. Este grupo demográfico apresenta uma taxa superior de aquisição de fármacos por conta própria, quando comparado com a população em geral.

Relativamente aos medicamentos prescritos, o padrão inverte-se, com grupos etários mais velhos a apresentarem maior consumo de fármacos obtidos mediante receita médica.

Porque é que isto importa

Os leitores podem identificar-se com esta realidade de consumo de medicamentos sem receita, especialmente os jovens entre os 15 e 34 anos que representam o grupo mais vulnerável a esta prática. O artigo alerta para os riscos de saúde associados à automedicação, incentivando a consulta de profissionais antes de tomar medicamentos.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Correio da Manhã a 15 de setembro de 2026 às 14:40; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Ciência. Nesta secção temos atualmente 4696 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Ciência

Quando se preocupar com dormência e formigamento: especialista explica neuropatia e outras causas

A maioria das pessoas experimenta dormência ou formigamento ocasionalmente, geralmente devido a pressão temporária sobre um nervo ao sentar, ficar em pé ou dormir em certas posições. No entanto, esses sintomas podem indicar condições médicas mais sérias, como a neuropatia, segundo a Dra. Megan Everson, neurocirurgiã e especialista em coluna da Mayo Clinic. A especialista explica que os sintomas ocorrem quando um nervo está danificado, comprimido ou irritado, ou quando não está funcionando adequadamente, indicando neuropatia. Em outros casos, a pressão sobre nervos na coluna ou em outros pontos do corpo pode causar essas sensações, requerendo avaliação médica.

extra15/09/26, 15:03
Ciência

Quase metade dos médicos em UTIs brasileiras apresenta alto nível de ‘esgotamento’, mostra estudo

Quase metade (48,5%) dos médicos que trabalham em Unidades de Terapia Intensiva no Brasil apresentam alto nível de esgotamento mental e emocional, segundo estudo com 2.338 profissionais de 26 estados e do Distrito Federal. A pesquisa aponta que quase oito em cada dez médicos de UTI precisam de atenção com a saúde emocional, com 31,2% em nível moderado e 20,3% em baixo esgotamento. O estudo identifica o esgotamento como fator de risco para burnout e destaca a despersonalização e insatisfação com a vida como elementos associados ao problema.

oglobo15/09/26, 15:00
Ciência

Viver em zonas carenciadas ligado a pior saúde cerebral

Investigadores descobriram que viver em bairros desfavorecidos está associado a pior saúde cerebral, incluindo idade cerebral mais avançada, menor volume total do cérebro e mais sinais de lesões vasculares. O estudo sugere que o ambiente socioeconómico onde as pessoas residem pode ter impactos mensuráveis na estrutura e saúde do cérebro.

Euronews Portugal15/09/26, 15:00
Ciência

Uma em cada nove espécies de aves migradoras está ameaçada de extinção

O relatório "Estado das Aves do Mundo" de 2024, divulgado pela BirdLife International, revela que uma em cada nove espécies de aves migradoras está ameaçada de extinção, com 45% das 1.843 espécies migradoras do mundo em declínio. O maçarico-de-bico-fino tornou-se a primeira ave a desaparecer na Eurásia e África em séculos recentes. A rota migratória asiático-australásica é a mais afetada (53% de declínio), enquanto a rota africano-euroasiática — que passa por Portugal — regista 41% de declínio. As principais ameaças são espécies invasoras, agricultura intensiva, alterações climáticas, caça ilegal e poluição. Governos e organizações reunidas na Cimeira de Nairobi assinaram a Declaração de Nairobi para proteger aves e habitats ao longo das rotas migratórias.

Wilder15/09/26, 14:51