A Spinumviva, empresa ligada ao primeiro‑ministro Luís Montenegro, afundou sem a presença do governante, tendo este cortado qualquer ligação à sociedade antes de assumir o cargo. A empresa, que chegou a estar avaliada em milhões, acabou por encerrar atividade num cenário de grande visibilidade mediática.
A ministra da Justiça, Rita Alçada, surge com participações em dez empresas, o que tem gerado debate sobre eventuais conflitos de interesse no executivo. Trata-se de um número elevado de envolvimento empresarial para um membro do Governo.
A família Júdice surge mencionada como detentora de milhões através do seu portfólio empresarial, sugerindo um património significativo no mundo dos negócios português.
Outros membros do executivo terão cedido quotas em empresas que possuíam, num esforço de transparência e para evitar incompatibilidades com as suas funções governativas. Esta tendência de afastamento do setor privado tem sido acompanhada de perto pela opinião pública.




