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Associação portuguesa D3 processa Meta, TikTok e YouTube por criarem redes sociais “viciantes”
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Associação portuguesa D3 processa Meta, TikTok e YouTube por criarem redes sociais “viciantes”

Sábado14 de setembro de 2026 às 14:54

A associação portuguesa D3 intentou uma ação judicial nos tribunais civis portugueses contra as empresas Meta, TikTok e YouTube, acusando-as de criarem redes sociais "viciantes". A queixa deu entrada no início do ano.

A D3 representa consumidores e utilizadores que alegam ter sido prejudicados pelos designados "mecanismos de adição" implementados por estas plataformas digitais. As empresas são acusadas de utilizar estratégias deliberadas para manter os utilizadores dependentes dos seus serviços.

Este não é um processo isolado, pois já tinham existido outros processos semelhantes intentados contra as mesmas empresas em diferentes jurisdições.

Nos Estados Unidos, a Meta, empresa proprietária do Facebook e Instagram, já aceitou pagar 18 mil milhões de dólares para resolver queixas semelhantes relacionadas com a criação de mecanismos viciantes nas suas plataformas.

Porque é que isto importa

Os leitores portugueses podem vir a ser afetados por esta ação judicial, que visa responsabilizar as redes sociais pelo design considerado viciante das suas plataformas. A decisão judicial pode estabelecer um precedente importante em Portugal sobre a regulação das redes sociais. Este processo insere-se numa tendência internacional crescente de responsabilização das grandes tecnológicas, após o acordo multimilionário da Meta nos Estados Unidos.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Sábado a 14 de setembro de 2026 às 14:54; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Negócios. Nesta secção temos atualmente 22632 artigos.

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