A associação portuguesa D3 intentou uma ação judicial nos tribunais civis portugueses contra as empresas Meta, TikTok e YouTube, acusando-as de criarem redes sociais "viciantes". A queixa deu entrada no início do ano.
A D3 representa consumidores e utilizadores que alegam ter sido prejudicados pelos designados "mecanismos de adição" implementados por estas plataformas digitais. As empresas são acusadas de utilizar estratégias deliberadas para manter os utilizadores dependentes dos seus serviços.
Este não é um processo isolado, pois já tinham existido outros processos semelhantes intentados contra as mesmas empresas em diferentes jurisdições.
Nos Estados Unidos, a Meta, empresa proprietária do Facebook e Instagram, já aceitou pagar 18 mil milhões de dólares para resolver queixas semelhantes relacionadas com a criação de mecanismos viciantes nas suas plataformas.




