Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
Garcia Pereira acusa juíza do TC de violar deveres legais ao falar de pedido de extinção do ChegaFoto de Felix-Mittermeier no Pexels
Política

Garcia Pereira acusa juíza do TC de violar deveres legais ao falar de pedido de extinção do Chega

Público14 de setembro de 2026 às 12:34

O advogado Garcia Pereira acusou uma juíza do Tribunal Constitucional de violar deveres legais ao pronunciar-se sobre um pedido de extinção do partido Chega. A posição foi considerada “inaceitável” por Garcia Pereira, que defende que um membro de um tribunal superior não deveria pronunciar-se sobre uma matéria que poderá vir a ser decidida por aquele órgão. O caso surge no contexto de um pedido de extinção do partido Chega, cuja decisão poderá caber ao próprio Tribunal Constitucional. A questão levanta um debate sobre a imparcialidade e os limites éticos e legais que devem reger os membros de tribunais superiores quando se pronunciam sobre casos que podem vir a ser analisados pelas suas próprias instituições.

Porque é que isto importa

Este caso é relevante para os leitores portugueses porque levanta questões sobre a imparcialidade e a integridade do Tribunal Constitucional num processo que pode levar à dissolução de um partido político. A acusação de Garcia Pereira sublinha preocupações sobre a separação de poderes e o cumprimento de deveres legais por membros de tribunais superiores.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Público a 14 de setembro de 2026 às 12:34; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Política. Nesta secção temos atualmente 29543 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Política

Ministério da Educação pondera abrir novas turmas ou aumentar alunos por sala

O Ministério da Educação do Brasil está a ponderar medidas como a abertura de novas turmas ou o aumento do número de alunos por sala como solução para os cientos de alunos que, no início do ano letivo, ainda não tinham colocação numa escola pública.

Now14/09/26, 15:30
Política

Gaia: Menezes cercado por suspeitas, “corrupções” e processos

A autarquia de Vila Nova de Gaia e as suas empresas municipais estão sob intensa scrutiny judicial devido a múltiplas investigações por corrupção, viciação de contratação pública e favorecimento político. A operação «Águas Turvas» revelou alegados esquemas de fraude na empresa Águas de Gaia, com prejuízo estimado de cerca de oito milhões de euros, tendo levado à prisão preventiva do antigo diretor José António Martins e do empreiteiro António Santos Mota. O ex-presidente do conselho de administração Miguel Lemos Rodrigues foi formalmente acusado de corrupção, abuso de poder e tráfico de influências, enquanto o antigo edil Eduardo Vítor Rodrigues foi constituído arguido por suspeitas de pagamentos à Global Media para condicionamento editorial. A par destas investigações, surgem questões sobre habilitações académicas falsas de um diretor municipal, nomeações políticas contestadas e a operação Babel, centrada em licenciamentos urbanísticos no valor de 300 milhões de euros.

oRegiões14/09/26, 15:20
Política

Dois terços das escolas afetadas por falta de professores

Dois terços das escolas em Portugal enfrentam problemas de falta de professores, com um terço dos diretores escolares a prever dificuldades durante o próximo ano letivo. Estima-se que 1.102 professores se vão aposentar em setembro e outubro, agravando a situação. A educação especial é a área mais afetada por esta escassez de docentes.

Observador14/09/26, 15:17
Política

PSD recupera combate ao turismo de saúde. "Tem de acabar"

O PSD português vai recuperar as propostas para travar o que designa como "turismo de saúde", ou seja, o acesso indevido ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) por pessoas que não são residentes. Miguel Guimarães, député et vice da bancada do PSD, garante que o partido vai reapresentar estas medidas, que tinham sido anteriormente aprovadas mas foram travadas devido à dissolução da Assembleia da República.

Observador14/09/26, 15:12