Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
Porque não deve deixar a encomenda de brindes corporativos para dezembroFoto de blickpixel no Pexels
Negócios
Economia

Porque não deve deixar a encomenda de brindes corporativos para dezembro

Diário de Aveiro14 de setembro de 2026 às 12:13

Aproxima-se o último trimestre do ano, período marcado pelo encerramento do calendário financeiro, pelo fecho de orçamentos e pelo planeamento estratégico para o ano seguinte. É também nesta altura que as empresas organizam os tradicionais jantares de Natal. No entanto, há uma tarefa que, ano após ano, acaba por ser adiada e deixada para a última hora: a encomenda de brindes corporativos. Esta prática comum de oferecer brindes a clientes, parceiros e colaboradores é frequentemente protelada, gerando complicações no final do ano. O artigo alerta para a necessidade de antecipar a encomenda destes artigos promocionais, evitando assim a pressão e os problemas associados ao último minuto.

Porque é que isto importa

Para leitores na região, este artigo é relevante porque aborda uma prática comum nas empresas portuguesas durante a época natalícia. Seguir esta recomendação pode evitar surpresas desagradáveis e garantir que os brindes corporativos são distribuídos a tempo das festividades, fortalecendo relações profissionais.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Diário de Aveiro a 14 de setembro de 2026 às 12:13; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Negócios. Nesta secção temos atualmente 22566 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Negócios

Grupo Lince Hotels requalifica Hotel Turismo da Guarda

O Grupo Lince Hotels vai requalificar o Hotel Turismo da Guarda, que permanecia encerrado desde outubro de 2010, através de um contrato de arrendamento assinado com o Turismo de Portugal. O projeto visa reabilitar esta unidade hoteleira histórica na cidade da Guarda, trazendo investimento para a região e contribuindo para a dinamização do setor turístico local.

Notícias de Coimbra14/09/26, 15:09
Negócios

Governo prepara novos apoios para setores afetados pela subida dos combustíveis

O Governo português está a preparar novos apoios para os setores económicos mais afetados pelo aumento dos preços dos combustíveis. A ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, avançou esta informação, mas remeteu qualquer decisão sobre uma eventual descida do IVA dos combustíveis para o primeirominster, indicando que essa questão será tratada ao mais alto nível do Executivo.

Diário de Coimbra14/09/26, 15:00
Negócios

Vindima com "sabor especial" após certificação de vinho de Talha de Cabeção

Os vinhos produzidos em Cabeção, no distrito de Portalegre, obtiveram finalmente a certificação para usar a designação "Vinho de Talha" nos rótulos, marcando um momento histórico para os produtores locais. Esta conquista representa a valorização de uma tradição secular de produção de vinho em talhas de barro, enraizada na identidade da Vila de Cabeção. Os produtores locais enfrentam a época das vindimas com renewed satisfaction, celebrando o reconhecimento oficial de uma prática que distingue os seus vinhos.

RTP Notícias14/09/26, 14:40
Negócios

Ministra do Ambiente e Energia diz que teto ao preço dos combustíveis é uma “medida excecional e de último” recurso

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, anunciou que o Governo está a preparar novos apoios para os transportes de mercadorias, bombeiros, setor social e táxis para compensar o impacto da subida dos combustíveis. Questionada sobre um teto ao preço dos combustíveis, a ministra considerou essa medida "excecional e de último recurso" por poder perturbar o funcionamento do mercado. O Executivo já atribuiu cerca de mil milhões de euros através do ISP e estima atingir 1,3 mil milhões até ao final do ano. A governante atribuiu a subida do gasóleo à escassez de capacidade de refinação mundial, apontando para conflitos no Golfo e entre a Ucrânia e a Rússia, bem como ao encerramento de refinarias na Europa.

Jornal Económico14/09/26, 14:34