Amadeu Nogueira, cujo filho Alfredo morreu ao cair da Ponte do Infante no Porto em 2004, travou uma batalha legal de anos para exigir a instalação de barreiras de segurança mais altas na ponte, que já terá registado mais de 70 mortes desde a sua abertura em 2003. Apesar de não ter recebido resposta das autoridades contactadas, Amadeu accionou judicialmente a Metro do Porto SA, responsável pela construção da travessia, argumentando que a falta de protecções efectivas e a altura insuficiente dos guarda-corpos (1,10 metros) facilitaram suicídios e acidentes. A Metro defende que cumpriu todas as normas legais, enquanto a legislação sobre gradeamentos em pontes é questionada.
Correio do Porto13/09/26, 16:04