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Pessoas autistas vivem menos 14 anos — e muitas causas são evitáveis
Ciência
EUA

Pessoas autistas vivem menos 14 anos — e muitas causas são evitáveis

ZAP Notícias13 de setembro de 2026 às 10:00

As pessoas com perturbação do espectro do autismo (TEA) enfrentam diversos desafios ao longo das suas vidas que podem afetar a sua longevidade. De acordo com o artigo, os indivíduos autistas vivem em média menos 14 anos, e muitas das causas desta redução na esperança de vida são evitáveis.

A investigação sobre o autismo tem-se concentrado principalmente na biologia, genética, fatores de risco ambientais e diagnóstico, dedicando menos atenção aos resultados de saúde a longo prazo. No entanto, estes resultados são considerados cruciais para compreender a história do transtorno e para desenvolver programas de intervenção adequados.

Um novo estudo publicado na revista JAMA Network Open analisou dados do Medicaid, o programa dos Estados Unidos que presta assistência a pessoas com baixos rendimentos. Durante o período de estudo, os investigadores recolheram e examinaram informações que permitem compreender melhor os fatores que contribuem para a redução da longevidade nas pessoas com TEA.

Porque é que isto importa

Este estudo é relevante para leitores em Portugal porque chama a atenção para uma disparidade significativa na saúde das pessoas com TEA, alertando que muitas mortes prematuras são evitáveis. Embora o estudo se baseie em dados dos EUA, os resultados podem influenciar políticas de saúde e programas de intervenção em Portugal, beneficiando diretamente a comunidade autisticista portuguesa e os profissionais de saúde que a acompanham.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por ZAP Notícias a 13 de setembro de 2026 às 10:00; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Ciência. Nesta secção temos atualmente 4501 artigos.

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