Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
PCP acusa PS e Chega de estarem unidos em "não beliscar" grandes grupos económicos
Política
Economia

PCP acusa PS e Chega de estarem unidos em "não beliscar" grandes grupos económicos

Correio da Manhã12 de setembro de 2026 às 23:07

O Partido Comunista Português acusou o Partido Socialista e o Chega de estarem unidos numa posição de "não beliscar" os grandes grupos económicos. A acusação foi feita por Paulo Raimundo, líder do PCP.

O líder comunista deu como exemplos as posições desses partidos relativamente aos lucros da Galp, da grande distribuição e da banca. Estas áreas foram apontadas como setores onde PCP considera que PS e Chega partilham uma abordagem semelhante.

A acusação surge no contexto de divergências políticas entre os partidos sobre a taxation dos setores económicos mais lucrativos. O PCP defende uma intervenção mais apertada sobre os grandes grupos económicos.

Porque é que isto importa

Esta acusação do PCP ao PS e ao Chega é relevante para os leitores porque expõe tensões políticas sobre a forma como os partidos encaram a tributação dos grandes grupos económicos. Os leitores que se preocupam com políticas fiscais, preços dos combustíveis, groceries e serviços bancários podem avaliar melhor as posições dos partidos à esquerda e à direita do espectro político português. A acusação sugere que, apesar das diferenças ideológicas aparentes, PS e Chega poderão ter convergências em políticas económicas favoráveis ao sector privado.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Correio da Manhã a 12 de setembro de 2026 às 23:07; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Política. Nesta secção temos atualmente 28759 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Política

Sócrates cansa-se...e já cansa

O artigo comenta que Sócrates (provavelmente José Sócrates, ex-primeiro-Ministro português) se cansou e já demonstra esse cansaço, sugerindo que a lentidão da máquina judicial se transformou num escudo protetor, e que uma pausa por exaustão deveria merecer o mesmo respeito que um verdadeiro impedimento de saúde.

Observador13/09/26, 00:13
Política

Anúncios Políticos que servem o poder mas não a população

Este artigo analisa a utilização de anúncios políticos que servem mais para proteger o poder do que para informar a população. O texto denuncia uma tentativa de proteger a idoneidade de um ministro que se encontra sob intenso escrutínio público, recorrendo a um engano ou artifício enganoso para manipular a perceção dos cidadãos.

Observador13/09/26, 00:11
Política

Ex-ministro da Educação penitencia-se: «Por minha culpa...»

O ex-Ministro da Educação João Costa reconheceu culpa pelos maus resultados de Portugal no Programme for International Student Assessment (PISA), que classifica como "os piores desde 2006". A confissão surge num momento de avaliação crítica da política educativa portuguesa. O artigo questiona, contudo, o que Costa não aborda abertamente: a factura escondida de anos de políticas que terão privilegiado o ensino de conteúdos identitários em detrimento do conhecimento académico tradicional.

Observador13/09/26, 00:07
Política

Transparência não pode depender da insistência dos cidadãos

Um editorial defende que a transparência governamental não pode depender apenas da insistência dos cidadãos, alertando que a dificuldade no acesso a documentos públicos cria problemas burocráticos e enfraquece a confiança na democracia. O artigo reforça que a informação pública pertence aos cidadãos e que autarquias, entidades reguladoras e concessionárias devem facilitar, e não dificultar, o acesso a esses documentos.

Observador13/09/26, 00:06