Venâncio Mondlane denunciou publicamente a morte de mais um membro do partido moçambicano Anamola, identificando a vítima como Ilídio Facitela Gustavo. O político avançou que o mobilizador foi raptado e posteriormente assassinado, num caso que levanta suspeitas devido às circunstâncias da sua morte.
Gustavo era, segundo Mondlane, curiosamente uma das testemunhas designadas para o julgamento do próprio Mondlane, que está marcado para se realizar no Supremo Tribunal de Moçambique. Esta ligação entre a vítima e o processo judicial do político suscita questões sobre as motivações por trás do crime.
O caso surge num contexto de tensões políticas em Moçambique, onde Mondlane tem sido uma figura de oposição significativa. A morte de uma testemunha chave num processo judicial levanta preocupações sobre a segurança de outros envolvidos em procedimentos legais relacionados com o político.




