Uma marcha lenta decorreu entre Santa Maria da Feira e Espinho como protesto contra os aumentos sucessivos do preço dos combustíveis. Os manifestantes exigiam apoios do governo para fazer face ao custo elevado dos combustíveis.
O protesto terminou com os participantes a dirigir-se até à casa de Luís Montenegro, atual primeiro-ministro, como forma de pressão para que o executivo responda às suas exigências.
Esta ação surge no contexto de uma escalada contínua nos preços dos combustíveis, que tem afetado profundamente os consumidores e profissionais que dependem do transporte rodoviano no dia a dia.




