A DECO Proteste realiza semanalmente uma análise ao preço do cabaz de Produtos Alimentares Essenciais, composto por 63 produtos. Na semana de 2 a 9 de setembro de 2026, o cabaz alimentar custa 255,26 euros, o que representa um aumento de 0,53 centimos em relação à semana anterior. Desde o início do ano, o preço do cabaz aumentou 13,43 euros, o que corresponde a uma subida de 5,55 por cento.
O produto com maior aumento na última semana foi o carapau, que registou uma subida de 1,03 euros, representando uma valorização de 23 por cento. No que diz respeito aos aumentos desde o início de 2026, o arroz carolino foi o produto cujo preço mais aumentou, encarecendo 0,41 euros, o que equivale a uma subida de 30 por cento.
O artigo refere que a invasão da Rússia à Ucrânia veio pressionar o setor agroalimentar, uma vez que aquele país é origem de grande parte dos cereais consumidos na União Europeia e em Portugal. Este fator agravou uma situação que já era difícil devido às consequências da pandemia e da seca, resultando em limitações na oferta de matérias-primas e no aumento dos custos de produção, nomeadamente de fertilizantes e energia.
A lista do cabaz de bens essenciais da DECO inclui 63 produtos distribuídos por várias categorias, nomeadamente carne, peixe, congelados, frutas e legumes, laticínios e mercearia, abrangendo produtos como lombo de porco, bacalhau, frango, arroz, azeite, entre outros.




