O Tribunal Constitucional rejeitou o recurso apresentado pelo PAN contra a decisão que tinha declarado a nulidade da eleição dos órgãos nacionais do partido. O plenário do tribunal confirmou assim a invalidação do processo eleitoral interno.
A decisão abrange a eleição de todos os órgãos nacionais do PAN, incluindo a liderança da porta-voz Inês Sousa Real, cuja eleição foi igualmente declarada nula.
Os juízes do Tribunal Constitucional consideraram que o processo eleitoral foi conduzido por uma estrutura incompetente, o que vicia e inquina a validade de toda a liderança eleita.
Com esta decisão, ficam sem efeito os resultados do congresso que elegeu a direção do partido, e a atual direção do PAN perde a legitimidade que derivava dessa eleição.




