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Política

Não basta trabalhar: “o Luís” tem de correr

Observador12 de setembro de 2026 às 00:26

O artigo aborda a figura de "Luís" e a necessidade de agir ("correr") em relação à política portuguesa. A peça refere-se à classe política portuguesa e à sua posição em relação a André Ventura, líder do partido Chega.

O texto sustenta que a classe política acredita que André Ventura nunca alcançará o poder. Esta crença é descrita como sendo resultado de um "misto de ilusão e ignorância".

O artigo critica aqueles que partilham esta convicção, referindo que demonstram uma visão limitada do mundo. A expressão utilizada menciona que estes acreditam que o mundo começa no Cabo da Roca e acaba em Paradela, sugerindo uma perspetiva restrita e provinciana.

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