11 de setembro: o momento em que a liberdade e segurança entraram em choque
Política

11 de setembro: o momento em que a liberdade e segurança entraram em choque

Expresso11 de setembro de 2026 às 23:43

Vinte e cinco anos após os ataques de 11 de setembro de 2001, Miguel Prata Roque e Diogo Feio analisam o legado desses atentados que abalaram o mundo, questionando se o planeta é hoje um lugar mais seguro. Os comentadores debatem como a tensão entre liberdade e segurança moldou as democracias ocidentais nas últimas duas décadas e meia. O artigo explora também como essa dinâmica alimentou o crescimento dos nacionalismos e abriu caminho a regimes autoritários em diversas partes do mundo. A análise procura compreender o impacto duradouro dos ataques na configuração política global contemporânea.

Notícias relacionadas

Mação prepara plano para reduzir javalis e admite financiar ações de controlo
Política

Mação prepara plano para reduzir javalis e admite financiar ações de controlo

O município de Mação está a preparar um plano para reduzir a população de javalis no território, admitindo financiar ações de controlo. Entre as medidas em análise estão apoios financeiros a matilhas de caça e licenças, a instalação de uma câmara frigorífica para armazenamento das peças abatidas, soluções para o escoamento da carne e intervenções na manutenção das zonas de caça.

SIC Notícias12/09/26, 00:57
Cuba denuncia plano dos Estados Unidos para provocar "rendição pela fome"
Política

Cuba denuncia plano dos Estados Unidos para provocar "rendição pela fome"

As autoridades cubanas denunciaram o que consideram ser um plano dos Estados Unidos para provocar uma "rendição pela fome" na ilha, classificando como genocídio o embargo económico norte-americano em vigor há mais de seis décadas, o bloqueio petrolífero imposto por Washington em janeiro e as sanções impostas a empresas estrangeiras que mantenham relações comerciais com Cuba.

SIC Notícias12/09/26, 00:45
Política

Mendonça defende manutenção do afastamento do diretor-geral da PF Andrei Rodrigues

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, defendeu a manutenção do afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. A manifestação foi protocolada após Rodrigues apresentar esclarecimentos ao STF sobre as acusações de investigação de autoridades, defendendo a legalidade de sua atuação. Mendonça afirmou que a medida não invade a competência do presidente da República para nomear e exonerar integrantes da cúpula da PF, destacando que o Supremo possui jurisprudência que permite o afastamento cautelar de servidores públicos. O ministro rejeitou o argumento de que a saída dos dois dirigentes provocaria desorganização na instituição, argumentando que outros delegados têm capacidade técnica para assumir os cargos.

cbn12/09/26, 00:35
Política

Isto não é mera estatística

O crescimento da criminalidade exige medidas urgentes de reforço do sistema de justiça, alertando que os números não são meras estatísticas, mas refletem uma realidade que afeta a sociedade e que não pode ser ignorada.

Correio da Manhã12/09/26, 00:31