O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou ter feito uma retirada seletiva do sigilo no caso Master. A manifestação ocorreu após o presidente da Corte, Edson Fachin, determinar nesta sexta-feira (11) a liberação de todos os documentos relacionados à investigação principal da Operação Compliance Zero.
Fachin atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e deu prazo de 24 horas para que Mendonça disponibilizasse aos demais ministros os procedimentos vinculados à investigação. A determinação abre uma exceção para diligências ainda em andamento ou não realizadas que possam ser prejudicadas pela divulgação.
Ao se manifestar, Mendonça afirmou que a manutenção de parte dos documentos sob sigilo ocorreu após uma análise prudente e responsável, diante da existência de investigações em andamento e da necessidade de preservar dados pessoais dos investigados. Segundo o ministro, isso inclui procedimentos relacionados à quebra de sigilos bancário e fiscal.




