Os partidos PCP, BE, Chega e Livre apresentam diferentes propostas para a extensão da licença parental em Portugal. O PCP defende sete meses de licença pagos a 100%, enquanto o BE propõe seis meses. O Chega vai mais longe, sugerindo até oito meses de licença parental.
O Livre mantém uma posição intermédia, propondo seis ou sete meses, mas com uma particularidade: a criação de incentivos à partilha entre os progenitores, ou seja, incentivos para que ambos os pais partilhem o tempo de licença.
As propostas surgem no contexto de discussão sobre a extensão da licença parental em Portugal, onde atualmente existem diferentes durações consoante o regime escolhido pelos progenitores.
Os partidos apresentam assim visões distintas sobre a duração ideal da licença parental, variando entre os seis meses propostos pelo BE e os oito meses defendidos pelo Chega.




