O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, enviou uma manifestação ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, nesta sexta-feira (11), negando que a corporação tenha monitorado ilegalmente o ministro André Mendonça ou o advogado-geral da União, Jorge Messias. A resposta foi enviada dentro do prazo de 48 horas determinado por Fachin para prestação de informações sobre o caso.
Segundo Andrei Rodrigues, os relatórios questionados são análises regulares de inteligência e não resultaram de ações de vigilância, coleta clandestina de dados ou qualquer medida invasiva. O diretor-geral afirmou que os documentos foram produzidos a partir de informações e interações institucionais conhecidas pelos policiais no exercício de suas funções.
Andrei Rodrigues declarou que não existiu, em absoluto, qualquer monitoramento ilícito de ministro do STF e tampouco do advogado-geral da União. Fachin também deu 24 horas para que Mendonça retire o sigilo de todos os documentos relacionados ao caso. A PF abriu credenciamento à imprensa para uma sessão sobre o caso, com ministros divididos sobre o acesso às informações.




