O artigo aborda os ataques de 11 de setembro de 2001 e sugere que estes podiam ter sido evitados. Um especialista citado na peça afirma que o maior erro relacionado com esses ataques não aconteceu antes, mas sim depois dos mesmos ocorrerem.
O especialista enfatiza que o Ocidente nunca conseguiu compreender plenamente uma das características mais perigosas do terrorismo. Segundo esta perspetiva, um ataque não termina quando as explosões ou os tiros cessam, o que implica que a ameaça persiste para lá dos eventos imediatos.
O artigo parece explorar as falhas de análise e resposta por parte das potências ocidentais face à ameaça terrorista, sugerindo que a incompreensão da natureza prolongada do perigo contribuiu para erros significativos na política de segurança internacional.



