A deflação registrada em agosto pelo IPCA foi de 0,32%, tendo como principal fator o bônus de Itaipu, que reduziu os preços da energia elétrica em todo o país. No entanto, o resultado não pode ser explicado apenas por esse efeito, já que quatro dos nove grupos de bens e serviços monitorados pelo IBGE registraram deflação no mês: Habitação, Transportes, Alimentação e bebidas e Comunicação. No acumulado de 12 meses, o índice ficou em 4,22%, dentro do intervalo da meta.
No grupo Habitação, a queda foi de 1,87%, a menor para um mês de agosto desde o Plano Real, puxada principalmente pela energia elétrica residencial, que recuou 7,63%. Em Transportes, a deflação de 0,86% foi influenciada principalmente pela queda de 13,17% nas passagens aéreas e de 0,91% nos combustíveis, com recuos no etanol, no óleo diesel e na gasolina.
O artigo também menciona que a inflação dos alimentos foi de 54,2% no governo Bolsonaro e de 13,6% no governo Lula, mas destaca que o consumidor não sente alívio. Em Alimentação e bebidas, houve quedas importantes em outros grupos, embora o texto tenha sido interrompido antes de especificar todos os detalhes desse grupo.




