Os processos judiciais intentados para travar a construção da Barragem do Pisão, no Crato, foram devolvidos ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco por instâncias superiores, devido a erros de forma. O presidente da CIMAA, Joaquim Diogo, adiantou que o juiz se prepara para ouvir habitantes, técnicos e testemunhas. As obras encontram-se suspensas desde maio, após o Tribunal Central Administrativo Sul ter dado razão a quatro associações ambientalistas. Paralelamente, a CIMAA avançou com a assinatura do contrato de 14,6 milhões de euros para a empreitada de infraestruturas hidráulicas de abastecimento de água à ETA da Póvoa e Meadas, obra que considera poder prosseguir por ter declaração de impacte ambiental própria. O projeto global, avaliado em mais de 220 milhões de euros, ocupará 10 mil hectares e implica a submersão da aldeia do Pisão.
Rádio Campanário11/09/26, 15:47