Não compre melancias e meloas já cortadas desta forma: especialista explica o riscoFoto de gonghuimin468 no Pexels
CiênciaFaro

Não compre melancias e meloas já cortadas desta forma: especialista explica o risco

Postal do Algarve11 de setembro de 2026 às 14:00

Uma nutricionista alertou para os riscos associados à compra de melancias e meloas já cortadas. Segundo Duna Nicolau, citada pelo portal espanhol 20minutos, quando a fruta é cortada, perde a proteção natural da casca e fica mais exposta ao ar, superfícies e utensílios, o que torna as condições de conservação fundamentais.

Após o corte, a fruta pode ser contaminada por bactérias como Escherichia coli, Listeria e Salmonela, especialmente quando permanece fora do frio ou é preparada com utensílios sujos. A faca utilizada no corte também pode transportar microrganismos da casca para a polpa caso a superfície exterior não tenha sido corretamente lavada. Estas bactérias podem provocar problemas gastrointestinais e infeções mais graves em crianças, idosos, grávidas e pessoas com o sistema imunitário fragilizado.

Ao comprar fruta já cortada, deve-se verificar se o produto está refrigerado e protegido. Se estiver exposto à temperatura ambiente durante várias horas, sobretudo em dias quentes, a multiplicação de bactérias torna-se mais provável. Embalagens danificadas, excesso de líquido, alterações de cor, cheiro estranho ou textura demasiado mole são sinais de alerta, embora uma fruta possa parecer normal e mesmo assim não ter sido conservada corretamente.

A opção mais segura é comprar a fruta inteira, lavando a parte exterior antes do corte, utilizando utensílios limpos e guardando-a rapidamente no frigorífico após aberta. Se preferir comprar já cortada, deve confirmar que esteve sempre refrigerada, mantê-la tapada no frigorífico e consumi-la num curto espaço de tempo.

Notícias relacionadas

Ciência

Concheiros de Muge abrem os trabalhos arqueológicos ao público numa visita guiada

Os trabalhos arqueológicos em Muge, no município de Salvaterra de Magos, abriram ao público através de uma visita guiada ao Concheiro Cabeço da Amoreira, no domingo, 13 de setembro. Os participantes puderam acompanhar de perto como decorre uma campanha de escavação e conhecer os métodos utilizados na investigação arqueológica, com entrada gratuita.

Correio do Ribatejo11/09/26, 14:55
Ciência

Thomas Pesquet defende que Europa deve maximizar retorno científico da ISS antes do fim

O astronauta francês Thomas Pesquet apelou à Europa e à França para maximizarem o retorno científico da próxima missão da ESA à Estação Espacial Internacional, salientando a importância dos voos espaciais para a soberania estratégica europeia no espaço.

Euronews Portugal11/09/26, 14:51
Branding com 3.200 anos? Arqueólogos descobrem uma das primeiras “marcas” da história no deserto da Arábia
Ciência

Branding com 3.200 anos? Arqueólogos descobrem uma das primeiras “marcas” da história no deserto da Arábia

Arqueólogos internacionais descobriram no oásis de Qurayyah, na Arábia, uma das primeiras "marcas" conhecidas da história, com aproximadamente 3.200 anos. A pesquisa identificou na cerâmica produzida na região características distintivas que incluíam identidade própria, reputação e procura consistente, demonstrando que muito antes do marketing ou da economia capitalista moderna, já existiam produtos com reconhecibilidade e valor comercial estabelecido.

SAPO Notícias11/09/26, 14:31
Ciência

APSAT ENTREGA EM MÃO AO BASTONÁRIO DA ORDEM DOS ENFERMEIROS O LIVRO QUE GUARDA A MEMÓRIA DO III CONGRESSO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

A APSAT – Associação de Profissionais de Saúde do Alto Tâmega entregou ao Bastonário da Ordem dos Enfermeiros, Luís Filipe Barreira, um exemplar do livro "Quando o (In)esperado Acontece", que documenta as memórias e testemunhos do III Congresso de Urgência e Emergência do Alto Tâmega e Barroso. A obra, que será apresentada na próxima segunda-feira na Biblioteca Municipal de Chaves, pretende preservar e partilhar o conhecimento produzido por profissionais de saúde da região, affirming a capacidade do interior de gerar ciência e conhecimento de relevância nacional.

Canal N – Notícias – Trás-os-Montes e Alto Douro11/09/26, 14:02