Branding com 3.200 anos? Arqueólogos descobrem uma das primeiras “marcas” da história no deserto da Arábia
Ciência

Branding com 3.200 anos? Arqueólogos descobrem uma das primeiras “marcas” da história no deserto da Arábia

SAPO Notícias11 de setembro de 2026 às 14:31

Arqueólogos descobriram evidências de uma das primeiras "marcas" da história no deserto da Arábia, com cerca de 3.200 anos de idade. A descoberta questiona a noção de que branding é um conceito moderno, já que muito antes de existir marketing ou economia capitalista, já havia produtos com identidade própria, reputação e procura.

Um estudo internacional identificou na cerâmica produzida no oásis de Qurayyah características que permitem falar numa das primeiras marcas conhecidas. Os arqueólogos encontraram padrões consistentes e distintivos na produção que indicavam procedência e qualidade reconhecíveis.

Notícias relacionadas

Ciência

Pesquisadora encontra fóssil de pelo menos 12 mil anos de um ancestral dos elefantes da Era do Gelo

A geomorfologista Brigid Lynch descobriu um dente molar fossilizado de um mastodonte do Pacífico, ancestral dos elefantes da Era do Gelo, com pelo menos 12 mil anos, enquanto caminhava por um riacho no condado de San Mateo, na Califórnia. A pesquisadora, que participava de um projeto de melhoria de habitat para uma espécie de rã ameaçada de extinção, encontrou a pedra de formato estranho no leito do riacho e, inicialmente sem saber o que era, apenas fotografou a descoberta e continuou seu trabalho de campo.

extra11/09/26, 15:24
Ciência

Prémio JJ Pedroso de Lima distingue dois investigadores

Ana Rita Teixeira e João Castelhano foram distinguidos com o Prémio JJ Pedroso de Lima, atribuído pelo Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS) da Universidade de Coimbra. A cerimónia de entrega decorreu hoje na Sala do Senado.

Diário de Coimbra11/09/26, 15:24
Nova Iorque divulga 170 mil páginas sobre qualidade do ar após ataques do 11 de Setembro
Ciência

Nova Iorque divulga 170 mil páginas sobre qualidade do ar após ataques do 11 de Setembro

Nova Iorque publicou mais de 170 mil páginas de documentos sobre a qualidade do ar após os ataques de 11 de Setembro de 2001, após anos de pressão da organização 9/11 Health Watch, que exigia acesso a essas informações. Os documentos revelam dados sobre os poluentes presentes no ar durante e após o colapso das torres gémeas, informações consideradas cruciais para compreender os impactos na saúde dos sobreviventes e socorristas expostos às partículas tóxicas.

Correio da Manhã11/09/26, 15:14
Ciência

Concheiros de Muge abrem os trabalhos arqueológicos ao público numa visita guiada

Os trabalhos arqueológicos em Muge, no município de Salvaterra de Magos, abriram ao público através de uma visita guiada ao Concheiro Cabeço da Amoreira, no domingo, 13 de setembro. Os participantes puderam acompanhar de perto como decorre uma campanha de escavação e conhecer os métodos utilizados na investigação arqueológica, com entrada gratuita.

Correio do Ribatejo11/09/26, 14:55