Mohammed Mani Ahmad al-Qahtani é um cidadão saudita que tinha 25 anos no momento dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Ele estava previsto para ser um dos 20 terroristas da Al-Qaeda envolvidos nos atentados, mas acabou por ficar de fora, sendo o único dos 20 que não conseguiu participar nos ataques.
Um mês antes dos ataques, Mohammed al-Qahtani foi impedido de entrar nos Estados Unidos, o que o excluiu do grupo que concretizou os sequestros. Esta decisão acabou por salvá-lo da morte, já que os outros 19 terroristas morreram durante as operações.
Após ser capturado, al-Qahtani foi detido em Guantanamo, onde foi submetido a torture. Esta prisão prolongou-se durante vários anos, marcando-o como um dos prisioneiros mais controversos do centro de detenção norte-americano.
Atualmente, Mohammed al-Qahtani já saiu de Guantanamo, encontrando-se em liberdade. Esta situação contrasta com a dos restantes terroristas envolvidos nos ataques de 11 de setembro, que perderam a vida nas ações que realizarem, tornando-o no único sobrevivente do grupo original de 20 elementos previstos para os atentados.




