O julgamento relacionado com a Esquadra do Rato arrancou esta sexta-feira à porta fechada, devido à natureza do crime de violação sexual em causa. O segredo de justiça foi aplicado para proteger a vítima e a privacidade do processo.
Dois polícias são os arguidos neste caso. Guilherme Leme enfrenta 29 crimes, enquanto Óscar Borges é acusado de sete crimes. Os detalhes específicos das acusações não foram revelados no artigo.
A defesa de um dos polícias apresentou uma tese pericial relevante: segundo o advogado de defesa, o bastão alegadamente utilizado na violação não continha ADN da vítima. Este elemento científico pode ser central na estratégia defensiva do processo.
O julgamento decorre em tribunal não especificado no artigo, com medidas restritivas de acesso à informação para preservar a integridade do processo judicial e os direitos das vítimas envolvidas.




