Existe uma grande controvérsia na Câmara Municipal do Funchal (CMF) relativamente a um concurso para admissão de um Técnico Superior de Serviço Social. O autor do artigo afirma que foi lançado um concurso "à medida" de uma pessoa específica, que toda a gente na câmara sabe quem será admitida, e que isto foi descoberto através de dois textos publicados no Madeira Opina.
O artigo sustenta que a pessoa escolhida para o cargo pode não desempenhar funções de Assistente Social, embora tenha formação na área, e questiona se é necessário estar inscrito na Ordem dos Assistentes Sociais para exercer essas funções. O autor argumenta que esta contradição revela favorecimento e possíveis irregularidades no procedimento.
O autor apela à CMF para que altere os requisitos de admissão, exclua a pessoa que não reúne condições e torne o processo transparente. Sugere ainda que a Polícia Judiciária poderá vir a investigar não só a Câmara de Santa Cruz, mas também a CMF.
Quanto a outros procedimentos de admissão abertos na mesma altura, o artigo adverte os interessados a abrirem os olhos, salientando que não existe grau académico superior como pós-graduação, mestrado ou doutoramento que substitua a formação base de licenciatura. Recomenda que contestem qualquer procedimento que exija inscrição numa Ordem Profissional sem que essa exigência seja legítima.




