A Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve veio a público negar ter proibido os seus trabalhadores de frequentarem o curso de Medicina na Universidade do Algarve. A questão surgiu após o Partido Socialista (PS) ter questionado a ministra da Saúde sobre uma alegada decisão da ULS do Algarve nesta matéria.
O PS levou a questão ao executivo através de um requerimento dirigido à ministra da Saúde, questionando se correspondia à verdade que a ULS do Algarve teria impedido os seus trabalhadores de manterem o vínculo laboral enquanto frequentavam o curso de Medicina naquela universidade.
A ULS do Algarve esclareceu que não existe qualquer proibição para que os seus trabalhadores prossigam os estudos no curso de Medicina da Universidade do Algarve, contradizendo as informações que motivaram a intervenção do partido socialista.
O tema surge no contexto da criação do curso de Medicina na Universidade do Algarve, que tem gerado debate sobre as condições de acesso e frequência por parte de profissionais que já trabalham no setor da saúde na região.




