A empresa que gere a Torre Eiffel decidiu afastar funcionárias mulheres durante uma visita de um grupo religioso hindu, a pedido desse mesmo grupo. A decisão visava evitar que as mulheres interagissem com os homens do grupo.
Alberto Gonçalves comenta esta situação, questionando a aceitação de uma exigência religiosa que resultaria na exclusão de mulheres de um espaço público gerido por uma empresa francesa.
O episódio levanta questões sobre os limites da tolerância cultural e religiosa em espaços públicos ocidentais, quando grupos religiosos fazem exigências que conflitam com valores de igualdade de género.




