A AIMA nos Anjos enfrenta problemas graves de atendimento, com longas filas, falta de senhas disponíveis e atrasos que ultrapassam um ano na resolução de processos. A agência, responsável pela gestão de assuntos migratórios e de asilo, tem sido alvo de críticas devido à incapacidade de dar resposta atempada aos utentes.
Uma utente em particular relata ter esperado cerca de um ano pela conclusão do processo de reagrupamento familiar dos seus filhos. Esta situação ilustra as dificuldades enfrentadas por muitas famílias que procuram regularizar a sua situação migratória em Portugal através deste procedimento.
O serviço nos Anjos tem demonstrado uma procura muito superior à sua capacidade de resposta, resultando em tempos de espera extremamente prolongados. A falta de disponibilidade de senhas para marcação agrava ainda mais a situação, deixando muitos requerentes sem perspetivas concretas de resolução dos seus processos.
O artigo evidencia a necessidade de uma resposta mais eficaz por parte da AIMA para lidar com o volume de pedidos e reduzir os atrasos que afetam milhares de pessoas que dependem destes serviços para reunificar as suas famílias.




