A preservação ambiental é apresentada como uma responsabilidade que também recai sobre a tecnologia. O artigo aborda o papel que a inteligência artificial pode desempenhar na transição ambiental.
A opinião defendida é que a IA não deve ser simplesmente classificada como positiva ou negativa para o ambiente. Em vez disso, é necessário avaliar cada aplicação individualmente.
O critério proposto para esta avaliação é comparar os benefícios ambientais de cada aplicação com os recursos que a tecnologia consome. Só quando o benefício supera o consumo de recursos é que a utilização da IA seria justificada do ponto de vista ambiental.
O artigo é uma opinião de Leonor David sobre este tema.




