FMI afastou Ricardo Reis após críticas às tarifas de Trump
Mundo
США
Инвестиции
Santarém

FMI afastou Ricardo Reis após críticas às tarifas de Trump

SAPO Notícias10 de setembro de 2026 às 08:16

O Fundo Monetário Internacional recuou na nomeação do economista português Ricardo Reis para o cargo de economista-chefe da instituição. De acordo com o Financial Times, o FMI terá desistido da nomeação depois de tomar conhecimento de declarações anteriores em que Ricardo Reis criticava as tarifas comerciais impostas por Donald Trump.

Ricardo Reis era apontado como favorito para o cargo de economista-chefe do Fundo Monetário Internacional. No entanto, as suas posições críticas em relação às políticas tarifárias da administração Trump terão levado a instituição a recuar.

O Financial Times noticiou que o FMI decidiu afastar Ricardo Reis da corrida ao cargo após analisar as suas declarações anteriores sobre as tarifas comerciais impostas pelo antigo presidente dos Estados Unidos.

Notícias relacionadas

Mundo

FT diz que Ricardo Reis não foi nomeado para o cargo de economista-chefe por ter criticado Trump

Segundo o Financial Times, que cita três fontes anónimas, o Fundo Monetário Internacional (FMI) preparava-se para nomear o economistaportuguês Ricardo Reis, professor na London School of Economics, para o cargo de economista-chefe no início do verão, mas recuou após ter conhecimento de declarações em que criticava os efeitos negativos das tarifas comerciais impostas por Donald Trump. O FMI acabou por nomear Silvana Tenreyro, também da LSE, que tomou posse em agosto e que, embora partilhasse da mesma opinião sobre as tarifas, foi considerada "menos crítica" do que Reis. Um porta-voz do FMI recusou comentar o processo, invocando a prática de não divulgação sobre candidatos. O Expresso, citando o FT, refere que, embora a diretora-geral Kristalina Georgieva seja formalmente responsável pelas nomeações, os Estados Unidos exercem forte influência informal por serem o maior acionista da instituição.

Jornal Económico10/09/26, 10:13
Mundo

Desafios e Oportunidades: Relatório Anual da OMC 2026

A Organização Mundial do Comércio (OMC) publicou seu Relatório Anual de 2026, revisando suas atividades em 2025 e início de 2026, incluindo a 14ª Conferência Ministerial de março, onde líderes mundiais debateram estratégias para enfrentar desafios do comércio global relacionados à sustentabilidade e adaptação tecnológica. O documento enfatiza a importância da cooperação internacional para um sistema comercial justo e eficiente, os esforços para fortalecer normas comerciais em setores como agricultura, serviços e comércio digital, e as iniciativas para apoiar países em desenvolvimento, concluindo com uma análise das tendências emergentes e perspectivas futuras para o sistema multilateral de comércio.

Notícias Portugal10/09/26, 10:06
Mundo

Avião de Zelensky quase atingido por drone? "As pessoas não devem acreditar sempre naquilo que lhes mostram"

O alerta para um drone russo no espaço aéreo da Moldova atrasou a partida do avião que transportava o presidente Zelensky, gerando preocupação internacional. O coronel Mendes Dias alertou que as pessoas não devem acreditar sempre naquilo que lhes mostram, sublinhando a necessidade de ter cuidado com a forma como o episódio foi apresentado e interpretado.

CNN Portugal10/09/26, 10:06
Mundo

Umas coisas meias feitas e outras tantas por fazer

Este artigo de opinião de Luisa Schmidt traça um balanço dos últimos 25 anos de sustentabilidade em Portugal, identificando tanto avanços significativos — como os sistemas de recolha seletiva de resíduos, o crescimento das energias renováveis, o acesso universal a água potável e o avanço da educação ambiental — quanto problemas persistentes relacionados com o desordenamento do território, a erosão costeira, a gestão florestal e a dependência do transporte rodoviário. A autora defende que os próximos 25 anos devem assentar na descentralização das energias renováveis, na economia circular, na valorização da economia azul, na integração entre valores ambientais e económicos, no investimento na mobilidade ferroviária e no reforço das dinâmicas locais participativas, sugerindo ainda que Portugal pode posicionar-se como promotor de políticas de sustentabilidade na Europa e junto dos países da CPLP.

Eco10/09/26, 10:05