Magdalena Andersson foi a primeira mulher a ocupar o cargo de primeira-ministra da Suécia, tendo tomado posse em novembro de 2021. A sua liderança foi marcada por um período breve, com Andersson a sair do cargo em menos de um ano, passando para a oposição.
Durante o seu mandato, Andersson conduziu a Suécia para a NATO, numa mudança histórica de política de defesa do país. A adesão à aliança atlântica ocorreu no contexto da guerra na Ucrânia e representou uma rutura com a tradição de neutralidade sueca.
Atualmente, Andersson lidera os sociais-democratas nas sondagens, posicionando-se como favorita para regressar ao poder. No entanto, a corrida eleitoral mantém-se renhida, com a competição a estar longe de estar decidida.
A líder social-democrata tenta assim recuperar o cargo que perdeu, num momento em que a Suécia continua a enfrentar desafios económicos e de segurança que marcaram o seu primeiro mandato e a atual campanha eleitoral.



