Portugal vai entrar no horário de inverno no domingo, 25 de outubro, com os relógios a serem atrasados uma hora em todo o território nacional. No continente e na Madeira, a mudança acontece às 2 horas, que passam a ser 1 hora, enquanto nos Açores o acerto ocorre quando os relógios marcarem 1 hora, regressando à meia-noite. Esta alteração segue o calendário europeu, que prevê o avanço dos relógios no último domingo de março e o recuo no último domingo de outubro.
Apesar da sensação de que os dias ficam mais "pequenos", atrasar o relógio não reduz a duração da luz solar. O que muda é a hora a que o nascer e o pôr do sol são marcados: ambos passam a acontecer uma hora mais cedo no relógio. A redução gradual do período de luz, própria desta altura do ano, é um fenómeno distinto da mudança da hora, embora os dois contribuam para a perceção de tardes mais curtas.
A possibilidade de eliminar esta prática foi discutida na União Europeia, mas não foi alcançado um acordo definitivo entre os Estados-membros, pelo que se mantém o sistema de duas alterações anuais. A mudança sazonal foi adotada com o propósito de aproveitar melhor a luz solar disponível durante o ano, explica o banco Santander, que refere que a prática remonta ao início do século XX e foi implementada durante a Primeira Guerra Mundial como medida de poupança energética.




