A independência dos bancos centrais enfrenta o que é descrito como o maior teste de stress do século. Esta pressão surge num contexto já marcado por desafios significativos na gestão da política monetária.
Entre as principais dificuldades estão a necessidade de gerir o elevado endividamento dos países num cenário de juros altos, bem como uma alteração na natureza da inflação, que atualmente está mais centrada em fatores do lado da oferta e menos em fatores do lado da procura.
A esta conjuntura junta-se uma tendência recente junto do poder político que representa uma ameaça adicional às autoridades monetárias e à sua autonomia.




